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	<title>Beauty Contabilidade</title>
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	<description>Escritório de Contabilidade em - São Paulo – SP</description>
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		<title>Cálculos da FecomercioSP apontam aumento de até 96% em carga tributária após Reforma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 13:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Em tramitação no Senado Federal, o texto da Reforma Tributária (Proposta de Emenda à Constituição — PEC 45/2019)&#160;trará complexidade significativa às empresas, principalmente as do setor de serviços&#160;— responsável por mais de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e por cerca de 60% dos empregos formais. Na perspectiva da Federação do Comércio de Bens, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Em tramitação no Senado Federal, o texto da Reforma Tributária (Proposta de Emenda à Constituição — PEC 45/2019)&nbsp;<strong>trará complexidade significativa às empresas, principalmente as do setor de serviços</strong>&nbsp;— responsável por mais de 70% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e por cerca de 60% dos empregos formais. Na perspectiva da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o principal dilema da proposta, que está perto da aprovação definitiva pelo Congresso, é o que dela mais se temia:&nbsp;<strong>o aumento considerável da carga tributária.</strong><br><br>Com base em informações da Pesquisa Anual de Serviços (PAS), elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a assessoria técnica da Federação calculou os impactos da PEC sobre o setor de serviços, considerando as seguintes premissas: empresa com receita mensal de R$ 400 mil enquadrada no regime de lucro presumido e alíquota-padrão do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) de 27%, seguindo as estimativas do Ministério da Fazenda.<br>&nbsp;<br>Nesse cenário,&nbsp;<strong>a carga tributária passaria de 19,03%, pela regra vigente, para 26,53%, após a aprovação do texto&nbsp;</strong><em>[tabela 1].</em>&nbsp;Trata-se de um aumento de 7,5 pontos porcentuais (p.p), ou de 39,41%. Para estimar os valores que a empresa geraria de crédito, foram considerados os pesos das variáveis “custo da mercadoria vendida”, “consumo intermediário” e “gastos com pessoal” sobre a receita operacional líquida.<br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>TABELA 1</u></strong><br><strong>Simulação de empresa do setor de serviços com receita mensal de R$ 400 mil enquadrada no lucro presumido e alíquota-padrão do IBS e da CBS</strong><br><em>Fonte: FecomercioSP</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="567" height="203" src="https://beautycontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed.png" alt="" class="wp-image-1829" srcset="https://beautycontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed.png 567w, https://beautycontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed-300x107.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Os cálculos da Entidade mostram que a situação é ainda mais grave para os segmentos cuja folha de pagamento tem um grande peso sobre as despesas. É o caso dos serviços profissionais, administrativos e complementares, nos quais se enquadram empresas de auditoria e consultoria, por exemplo&nbsp;<em>[tabela 2].</em>&nbsp;<strong>Caso a Reforma Tributária seja aprovada da maneira em está, a carga delas sofrerá um aumento de 59,6%, em um cenário conservador em que a empresa conseguiria obter créditos de parte das suas despesas.</strong><br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>TABELA 2</u></strong><br><strong>Simulação de empresa do setor de serviços profissionais, administrativos e complementares com receita mensal de R$ 400 mil enquadrada no lucro presumido e alíquota-padrão do IBS e da CBS</strong><br><em>Fonte: FecomercioSP</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="567" height="203" src="https://beautycontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed-1.png" alt="" class="wp-image-1830" srcset="https://beautycontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed-1.png 567w, https://beautycontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed-1-300x107.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;<br>Como os gastos com pessoal representam quase 40% da receita operacional líquida dos negócios desse segmento — e não sendo possível o “creditamento”, assim como a dificuldade da obtenção de crédito concernente aos demais gastos —, é possível afirmar que&nbsp;<strong>haverá um aumento de aproximadamente 96,4% da carga tributária</strong>&nbsp;<em>[tabela 3].</em><br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>TABELA 3</u></strong><br><strong>Simulação de empresa do setor de serviços profissionais, administrativos e complementares com receita mensal&nbsp;de R$ 400 mil e alíquota-padrão do IBS e da CBS sem creditamento</strong><br><em>Fonte: FecomercioSP</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="567" height="203" src="https://beautycontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed-2.png" alt="" class="wp-image-1831" srcset="https://beautycontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed-2.png 567w, https://beautycontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/08/unnamed-2-300x107.png 300w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Esses números apontam que a Reforma Tributária em curso foi desenhada mais com base nos ganhos de determinados setores em detrimento de outros do que em uma redução universal da carga de impostos. Dito em outras palavras, o texto aprovado na Câmara dos Deputados prevê um aumento da carga tributária para o setor mais importante da economia nacional para beneficiar outros setores econômicos. Contudo, a Reforma Tributária almejada por todos é aquela que beneficiaria a sociedade brasileira de maneira geral.<br> <br>Vale ressaltar que, após a aprovação da PEC, segundo divulgado pelo governo, o próximo passo é aprovar a tributação na distribuição de dividendos, ou seja, novo aumento da carga tributária. Além disso, se a ideia era construir uma nova legislação tributária menos complexa e burocrática, o projeto atual não cumprirá o seu objetivo. Isso acontece porque o <strong>IVA, modelo que possibilita o “creditamento” de tributos pagos em etapas anteriores da cadeia produtiva, manterá uma sequência complexa de débitos e créditos </strong>— sem contar a necessidade do erário em ter uma estrutura de obrigações fiscais que, longe de se manter enxuta, precisará se tornar ainda maior. As empresas terão de rever todo o planejamento tributário.<br> <br>A FecomercioSP alerta que, embora o texto tenha sido aprovado em dois turnos na Câmara, elementos relevantes desse novo sistema ainda não foram definidos, como alíquotas, fundo de compensação e transições de origem e destino, além de efeitos gerais. Adicionalmente, a Reforma Tributária exigirá novas interpretações e aplicação da nova legislação, que certamente gerará divergências entre contribuintes e Fisco e, por consequência, aumentará o número de disputas administrativas e judiciais.<br> <br>A PEC 45/2019 traz alguns pontos positivos, como o fim do chamado “efeito cascata”, em que um tributo incide sobre outro, e do cálculo “por dentro”, quando o tributo integra a própria base de cálculo, além de propiciar o fim da guerra fiscal entre Estados e municípios, já que o tributo passará a ser cobrado no destino, e não na origem. Entretanto, esses avanços na legislação não podem ocorrer em conjunto com aumento de carga.<br> <br><strong>Adriana Cardoso<br></strong>CEO &#8211; Beauty Contabilidade &amp; Contadora<br> </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária é ameaça ao País</title>
		<link>https://beautycontabilidade.com.br/reforma-tributaria-e-ameaca-ao-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jul 2023 12:14:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributária é uma ameça ao pais]]></category>
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					<description><![CDATA[Para FecomercioSP, aprovação desta Reforma Tributária é ameaça ao País Entidade entende que o texto aprovado na Câmara dos Deputados penaliza setores relevantes da economia, como serviços e comércio O texto da Reforma Tributária aprovado na Câmara dos Deputados não resolve o seu principal dilema: o aumento da carga tributária para o setor de serviços, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Para FecomercioSP, aprovação desta Reforma Tributária é ameaça ao País</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entidade entende que o texto aprovado na Câmara dos Deputados penaliza setores relevantes da economia, como serviços e comércio</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto da Reforma Tributária aprovado na Câmara dos Deputados não resolve o seu principal dilema: o aumento da carga tributária para o setor de serviços, correspondente a <strong>70% do Produto Interno Bruto (PIB) e que gerou 56% dos postos de trabalho no ano passado.</strong> É o mesmo impacto observado para o comércio, cujas projeções indicam avanço de até 41% nos tributos. Em outras palavras, as alterações realizadas pelos parlamentares para a aprovação da proposta são insuficientes, <strong>sendo necessárias correções mais profundas no seu escopo durante o debate no Senado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e seus sindicatos filiados, como representantes dos empresariados paulista e nacional, vão seguir atuando para que seja realizada uma reforma que não onere setores fundamentais da economia do País.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que isso, a Federação entende que essa é uma oportunidade para o <strong>texto ser discutido com mais profundidade tanto no Congresso Nacional quanto com a sociedade — incluindo empresas e contribuintes</strong> — antes de se tornar legislação. Nos últimos dias, <strong>o presidente do Conselho de Assuntos Tributários da Entidade, Márcio Olívio Fernandes da Costa, o presidente do Conselho de Serviços, Luis Cesar Bigonha, a presidente do Conselho do Comércio Varejista, Gisela Lucas de Araújo Lopes, e a assessora jurídica Sarina Manata</strong> ouviram argumentos de diversos deputados envolvidos na tramitação do projeto. Eles atuaram intensamente em agendas públicas e privadas dentro e fora da Câmara. Em muitas dessas conversas, ficou evidente a <strong>falta de conhecimento dos parlamentares sobre o projeto votado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista econômico, a FecomercioSP vem alertando, há meses, que<strong> haverá aumento na tributação dos setores de serviços e do comércio, especialmente para as empresas de médio porte,</strong> tributadas pelo lucro presumido, fundamentais para a saúde econômica do Brasil e, ao mesmo tempo, mais vulneráveis às mudanças na legislação tributária. Segundo cálculos preliminares e considerando uma alíquota de 25%, essa majoração poderia chegar a até cerca de 171% no caso dos serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, não é só isso: <strong>atingirá também relevantes segmentos centrais desses setores, </strong>resultando em demissões, fechamento de negócios e queda de desempenho econômico como um todo. Empreendimentos esses que vão de salões de beleza até pequenas lojas de varejo, de agências de locação de imóveis e carros até franquias de vestuário, de empresas de segurança privada até redes comerciais inteiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias, autoridades de diversas instâncias estiveram em negociações em Brasília para tentar adaptar o texto da Reforma Tributária às demandas desses setores produtivos. No entanto, seguiu-se o critério da manutenção das <strong>alíquotas diferenciadas para atividades específicas dos serviços,</strong> como saúde e educação, além de outras que foram adicionadas nos últimos instantes da votação, mas sem ampliar os segmentos abrangidos, o que<strong> não é suficiente para minorar os efeitos nocivos da reforma.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, se a ideia da PEC de prever uma tributação diferenciada tem como objetivo evitar o sufocamento dos serviços, esse procedimento deveria ser estendido para todos os demais segmentos que o integram. Justamente por ser o setor que mais emprega na país, sua maior despesa é com a folha de salários, que não gera crédito e, consequentemente, acaba sendo penalizado nessa sistemática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Federação e os sindicatos filiados seguem, agora, atuando no Senado Federal, mais do que nunca contrários a qualquer proposta que possa aumentar a carga tributária e favoráveis a uma reforma que avance em direção à simplificação, à modernização e à desburocratização do sistema tributário brasileiro. A legislação atual, fruto de debates há três décadas, penaliza o empresariado e prejudica o ambiente de negócios nacional. Entretanto, é importante que essa mudança aconteça preservando os pilares da economia do Brasil — e não os enfraqueça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a FecomercioSP e seus filiados, três pontos são fundamentais para a aprovação da Reforma Tributária:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Redução (ou, ao menos, manutenção) da carga tributária setorial, uma vez que os contribuintes já suportam elevadíssima tributação;</li>



<li>Simplificação do sistema tributário, mediante a adoção de legislação nacional do ICMS e do ISS, com tributação no destino e cadastro e nota fiscal unificados, além de eliminação de obrigações acessórias em duplicidade — ocasionando a consequente redução do elevado custo de conformidade fiscal — e extinção das multas abusivas e desproporcionais;</li>



<li>Segurança jurídica, com a manutenção das terminologias já adotadas e consagradas, cujos limites e conceitos levaram anos para serem consolidados pela jurisprudência.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a FecomercioSP<br>Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações:<br>Assessoria de imprensa FecomercioSP</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma análise objetiva sobre os fatos político-econômicos que mais impactam o ambiente de negócios.</title>
		<link>https://beautycontabilidade.com.br/uma-analise-objetiva-sobre-os-fatos-politico-economicos-que-mais-impactam-o-ambiente-de-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 15:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Política Monetária do Banco Central (Copom) optou, por unanimidade, por&#160;manter a&#160;taxa Selic em 13,75%&#160;ao ano (a.a.). É o mesmo índice fixado nos últimos seis encontros, desde agosto de 2022. O conselho informou que a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para 2023 e 2024. No cenário interno, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Conselho de Política Monetária do Banco Central (Copom) optou, por unanimidade, por&nbsp;manter a&nbsp;<strong>taxa Selic em 13,75%&nbsp;</strong>ao ano (a.a.). É o mesmo índice fixado nos últimos seis encontros, desde agosto de 2022.<br><br>O conselho informou que a decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para 2023 e 2024. No cenário interno, a avaliação foi de que a&nbsp;<strong>inflação ao consumidor está acima do esperado</strong>. O comitê também justificou a manutenção da taxa em razão dos episódios envolvendo bancos nos Estados Unidos e na Europa, que elevaram a incerteza e a volatilidade dos mercados.<br><br>Argumenta-se que os&nbsp;<strong>juros elevados</strong>&nbsp;já têm gerado&nbsp;<strong>consequências negativas para o crescimento econômico</strong>, como o resultado mais fraco do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2022. O juro real, descontada a inflação, muito alto, desestimula os investimentos produtivos e, por outro lado, torna mais atrativo manter o capital em aplicações financeiras, ou seja, reduz o potencial de geração de emprego e renda.<br>&nbsp;<br><br><strong>Decisão acertada&nbsp;</strong><br><br>Para a&nbsp;<strong>assessoria&nbsp;técnica&nbsp;da FecomercioSP</strong>, a&nbsp;<strong>decisão</strong>&nbsp;do Banco Central (Bacen), neste momento, foi correta, marcada por prudência e cautela, diante de uma&nbsp;<strong>inflação persistente e de um quadro fiscal ainda incerto</strong>.<br><br>O&nbsp;<strong>economista André&nbsp;Sacconato</strong>, consultor da FecomercioSP e membro do Conselho de Economia Empresarial e Política (CEEP) da Entidade, destaca que o&nbsp;<strong>momento não é o ideal para que o Bacen inicie o ciclo de redução da taxa de juros</strong>, uma vez que, ao olharmos todas as previsões de inflação, não há conversão nem para a meta de 2024. Outro fator é que&nbsp;<strong>o mercado ainda não confia que o governo tenha um comprometimento sério contra a inflação</strong>. “Não adianta o Bacen baixar juros agora, com toda a pressão por parte do governo, porque isso só vai piorar a situação, principalmente do empresário que deseja fazer investimento de longo prazo.”<br>&nbsp;<br><br><strong>Tarefa do governo</strong><br><br>O não cumprimento da promessa de&nbsp;<strong>divulgar o arcabouço fiscal&nbsp;</strong>antes da reunião do Copom é um dos motivos para a&nbsp;<strong>falta de confiança no governo</strong>&nbsp;quanto às expectativas para a inflação. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, teria apresentado os detalhes das novas regras fiscais, mas o próprio presidente Lula teria impedido a divulgação do projeto por entender que estaria muito restrito. “O que o mercado entendeu? Que o governo vai colocar vários gastos no projeto, o que poderá gerar ainda mais inflação no futuro. Parece que não há muito empenho para debelar a inflação, mas tocar os próprios projetos”, afirma Sacconato.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;<br><br><strong>Inflação persiste</strong><br><br>Frente aos dados de fevereiro do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – muito longe da meta –, o mais prudente seria manter a taxa de juros, avalia o economista. O&nbsp;IPCA registrou alta de&nbsp;0,84% no mês passado, valor 0,31 ponto porcentual (p.p.) acima do registrado em janeiro.&nbsp;<strong>“O Bacen precisa desta ajuda fiscal, que o governo diminua um pouco os gastos para que retire dinheiro da economia e faça com que a demanda não fique tão aquecida, sobretudo por serviços.”</strong><br>&nbsp;<br><br><strong>Na prática&#8230;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><br><br>Para o pequeno empresário, o momento pede cautela, analisa Sacconato, uma vez que enquanto não houver um consenso entre políticas fiscal e monetária, a tendência é que os juros continuem nas alturas.&nbsp;<strong>A orientação para o setor empresarial é que tente gerir os negócios da forma mais equilibrada possível. Não há espaço para grandes investimentos</strong>, a menos que haja alguma oportunidade muito boa no setor. “É hora de ser conservador,&nbsp;<strong>manter um estoque não muito alto</strong>, rodar com esse estoque e ser criativo na hora de cortar custos.”<br><br>De acordo com o economista, um ambiente de inflação alta é muito pior do que um de juros altos, principalmente para as pequenas empresas e os consumidores de baixa renda. “Inflação alta é o pior dos mundos. Ao não baixar os juros de forma irresponsável, o Bacen está protegendo empresas e população”, conclui.<br><br><br>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>RADAR MONITORA&nbsp;</strong><br>&nbsp;<br><strong>Bacen “peita” o governo</strong><br>Os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos tomaram, na última quarta-feira (22), decisões de grandes impactos macroeconômico e político. Apesar da impressionante pressão do governo Lula por uma derrubada imediata dos juros básicos (Selic), o Bacen manteve os 13,75% a.a., como se esperava, decisão que pode ser interpretada como franco desafio ao governo, que quer juros substancialmente mais baixos para baixar o custo do crédito e acionar as retomadas da atividade econômica e do emprego. Isto é, quer que o Bacen não maneje a política monetária apenas para conduzir a inflação para a meta, como está na lei, mas com objetivo contracíclico, a fim de reverter a estagnação da economia. O banco, por sua vez, apega-se a seu mandato, que é o de combatera inflação, que tem, hoje, dentre as principais causas, a excessiva expansão das contas públicas, escreve o colunista Celso Ming no&nbsp;<em><u><a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PPbUH/mq-/07c0/O9iGH1WdUTV/BMNv/Nk2RQSt2mCw/1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estadão</a></u></em>.<br>&nbsp;<br><br><strong>FED eleva juros nos Estados Unidos em 0,25%</strong><br>O Federal Reserve (FED, o banco central dos Estados Unidos) decidiu, na última quarta-feira (22), elevar a taxa de juros do país em 0,25 p.p. , que passam para a faixa de 4,75% a 5%. De acordo com o The Federal Open Market Commitee (Fomc), o comitê de política monetária do banco, a decisão levou em conta os indicadores que apontaram “crescimentos modestos do gasto e da produção”. “Os ganhos de empregos aumentaram nos últimos meses e estão ocorrendo em um ritmo robusto; a taxa de desemprego se manteve baixa. A inflação continua elevada”, afirmou o órgão, em comunicado, informa a&nbsp;<em><u><a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PPbUH/mq-/07c0/O9iGH1WdUTV/BMNv/IqGZ2RwguRl/1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CNN</a></u></em>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tecnologia é apenas uma parte do sucesso para a transformação digital; processo depende de pessoas</title>
		<link>https://beautycontabilidade.com.br/tecnologia-e-apenas-uma-parte-do-sucesso-para-a-transformacao-digital-processo-depende-de-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 15:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A transformação digital das empresas deve ir muito além da tecnologia. Ela deve focar, principalmente, a constante capacitação profissional de pessoas. Esta é a constatação do primeiro painel do evento&#160;O Trabalho do Presente e do Futuro – Capacitação em Tecnologias Digitais, ocorrido nesta sexta-feira (24), na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A transformação digital das empresas deve ir muito além da tecnologia. Ela deve focar, principalmente, a constante capacitação profissional de pessoas. Esta é a constatação do primeiro painel do evento&nbsp;<strong>O Trabalho do Presente e do Futuro – Capacitação em Tecnologias Digitais</strong>, ocorrido nesta sexta-feira (24), na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O evento é uma realização dos conselhos de Emprego e Relações do Trabalho (CERT), presidido por José Pastore, e de Economia Digital e Inovação (CEDI), coordenado por Andriei Gutierrez, ambos da Entidade.<br>&nbsp;<br>Para José Pastore, se o domínio das novas tecnologias é condição para sobrevivência e&nbsp;desenvolvimento das empresas, elas não devem ser consideradas por si só,&nbsp;mas principalmente pensando nas pessoas que as utilizam no cotidiano dos negócios. Nesse sentido, é fundamental ajudar&nbsp;os empresários dos setores de comércio, turismo e serviços, que atualmente mais empregam no Brasil, a entender como fazer a transformação digital e capacitar os funcionários. “Notamos um cenário no qual os grandes conseguem caminhar neste quesito, mas os pequenos e médios precisam de apoio”, ressaltou.<br>&nbsp;<br>“Diante destas mudanças, as empresas se tornam mais competitivas, com condições de descobrir meios que facilitem as atuações. Por isso, com o seminário, tentamos mostrar como elas podem capacitar e treinar os funcionários. O sucesso neste processo depende da interface entre escola, empresa e governo”, acrescentou Pastore.<br>&nbsp;<br>Abrindo o evento, Ivo Dall’Acqua Júnior, vice-presidente da FecomercioSP, comentou que a garantia dessa capacitação em tecnologias digitais deixou de ser um diferencial e se tornou o real posicionamento da empresa no mercado e no mundo. “Isso requer um olhar consciente e inovador frente aos desafios tanto de empregados quanto de empregadores”, enfatizou.<br>&nbsp;<br>No mesmo painel, o senador Marcos Pontes (PL/SP), ex-ministro de Tecnologia, Ciência e Inovação, defendeu que, além da formação, também é necessário que o governo atue ao lado das empresas para que contratem e treinem jovens profissionais. “Para isso, um outro passo é mostrar que, por meio deste processo, a empresa pode ter melhor eficiência e, consequentemente, maior rendimento.”<br>&nbsp;<br><strong>Reinvenção e investimento em capacitação</strong><br>Apesar da velocidade de avanço das tecnologias, hoje, menos de 13% das empresas conseguem fazer uma transformação digital de forma bem-sucedida. O dado, da Boston Consulting Group (BCG), foi apresentado por Silvia Bassi,&nbsp;<em>publisher</em>&nbsp;da The Shift, durante o painel “Desafios e melhores práticas do setor privado: novas competências digitais no mundo profissional”.<br>&nbsp;<br>“Em 2016, o mesmo levantamento apontava que 84% dos projetos de transformação digital nas empresas falharam. Em 2022, a média de fracassos foi de 87,5%”, revelou. De acordo com Silvia, um dos grandes erros das empresas é apostar na tecnologia como o único material necessário para a mudança. Entretanto, a realidade tem mostrado a baixa capacidade dos negócios de se reinventarem digitalmente, mesmo com todo o avanço e o acesso mais fácil a ferramentas modernas. “As empresas acreditam que basta ter tecnologia para o sucesso, mas esta é só 20% da equação. A tecnologia não é mágica, mas um meio. A desmaterialização dos negócios, ou seja, a digitalização, depende de pessoas”, afirmou.<br>&nbsp;<br>O evento ainda contou com a participação de Anna Beatriz Waehneldt, diretora de Educação Profissional do Departamento Nacional do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac); Felipe Prado, especialista em cibersegurança; Cristiano Kruel, da StartSe; Emilena Lorenzon Bianco, vice-diretora e superintendente do Centro Paula Souza; Sérgio Sgobbi, diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Brasscom; e Guilherme Mercês, diretor de Economia e Inovação da Confederação Nacional do Comércio (CNC).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novo piso do Seguro-Desemprego</title>
		<link>https://beautycontabilidade.com.br/novo-piso-do-seguro-desemprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 15:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Prezado presidente, Devido ao aumento do salário-mínimo nacional que passou a ser de R$ 1.320,00, será reajustado o valor do piso do Seguro-Desemprego a partir do dia 11 de maio.&#160; No entanto, vale informar que o reajuste do salário-mínimo altera somente o valor mínimo do Seguro-Desemprego, ou seja, as faixas intermediárias, bem como o teto [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Prezado presidente,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido ao aumento do salário-mínimo nacional que passou a ser de R$ 1.320,00, será reajustado o valor do piso do Seguro-Desemprego a partir do dia 11 de maio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, vale informar que o reajuste do salário-mínimo altera somente o valor mínimo do Seguro-Desemprego, ou seja, as faixas intermediárias, bem como o teto do benefício foram corrigidos no início de 2023, na ocasião que o IBGE divulgou o INPC, que fechou no ano de 2022 acumulado em (5,93%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, o valor do Seguro-Desemprego a partir desta quinta-feira será de R$ 1.320 (faixa mínima) e R$ 2.230,97 (faixa máxima).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CÁLCULO DO SEGURO-DESEMPREGO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Efetuar a média dos 3 (três) últimos salários:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Até R$ 1.968,36&nbsp; &nbsp;&#8211;&nbsp; &nbsp;multiplica-se o salário médio por 0,8;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De R$ 1.968,37 até R$ 3.280,93 o que exceder a R$ 1.968,36&nbsp; &nbsp;&#8211;&nbsp; &nbsp;multiplica-se por 0,5 e soma-se com R$ 1.574,69;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acima de R$ 3.280,93&nbsp; &nbsp;&#8211;&nbsp; &nbsp;Valor da parcela R$ 2.230,97</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PARCELAS DO SEGURO-DESEMPREGO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Até 6 meses de trabalho&nbsp; &nbsp;&#8211;&nbsp; &nbsp;3 parcelas;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>12 meses de trabalho&nbsp; &nbsp;&#8211;&nbsp; &nbsp;4 parcelas;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>24 meses de trabalho&nbsp; &nbsp;&#8211;&nbsp; &nbsp;5 parcelas.&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando que, apenas tem direito ao Seguro-Desemprego os trabalhadores formais que foram demitidos sem justa causa. Além disso, deve ser observado que, quem solicita o benefício pela 1ª vez, terá que comprovar o pagamento de salários em pelo menos 12 dos 18 meses anteriores a data da demissão. E para quem solicita o benefício pela segunda vez, é necessário ter auferido remuneração em pelo menos 9 dos 12 últimos meses. Sobre as demais solicitações é apenas preciso comprovar o salário em cada um dos 6 meses anteriores a data da dispensa do trabalho.</p>
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		<item>
		<title>Alterações nas regras de transações via PIX</title>
		<link>https://beautycontabilidade.com.br/alteracoes-nas-regraspara-transacoes-via-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Adriana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 14:56:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central alterou no último dia 1º de dezembro, as regras de limites para transações no PIX e divulgou outras alterações operacionais na ferramenta. A Instrução Normativa BCB nº 331 foi publicada no DOU em 02/12/2022. De acordo com o Banco Central, o objetivo é simplificar as regras e aprimorar a experiência dos usuários, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Banco Central alterou no último dia 1º de dezembro, as regras de limites para transações no PIX e divulgou outras alterações operacionais na ferramenta. A Instrução Normativa BCB nº 331 foi publicada no DOU em 02/12/2022. De acordo com o Banco Central, o objetivo é simplificar as regras e aprimorar a experiência dos usuários, mantendo o nível de segurança. As novas regras passam a valer a partir de 2 de janeiro de 2023, com exceção dos ajustes feitos na gestão dos limites para os clientes por meio dos canais digitais que, nesse caso, valem a partir de 3 de julho do ano que vem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja abaixo o que mudou:<br>Limites:<br>Os bancos não são mais obrigados a impor um limite de valor por transação. São obrigados apenas a determinar um limite por período, com possibilidade de diferenciação do limite estabelecido para o período diurno e para o período noturno. Desta forma, quem tem determinado limite diário pode usá-lo na sua totalidade em uma só transação. As regras para que os clientes peçam alterações no limite seguem as mesmas: se o cliente pedir uma redução de limite, o banco deve reduzir imediatamente para as pessoas físicas e em até um dia útil após a solicitação, caso solicitada por pessoa jurídica. Se o pedido for para aumentar o limite, ele deve ser autorizado entre 24 e 48 horas após a solicitação. O limite por período para transações PIX, exceto no caso em que houver expressa autorização do usuário, deve ser igual ao limite diário disponibilizado para a TED para período diurno, caso o usuário recebedor seja pessoa física. Caso o usuário recebedor seja pessoa jurídica, o limite diário disponibilizado deverá ser igual ao da TED, independente do período. Para o período noturno, o limite é de R$ 1 mil caso o usuário recebedor seja pessoa física distinta do usuário pagador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Horário noturno:<br>Outra alteração prevista é que passa a ser opcional aos bancos oferecer a customização do horário noturno, para o qual o cliente pode solicitar um limite menor para suas transações. Normalmente, o horário noturno é entre 20 h e 6h, mas os bancos podem oferecer aos clientes a possibilidade de mudar esse horário para 22h e 6h. PIX Saque e PIX Troco: Outra novidade é o aumento do valor limite para retirada de dinheiro pelo PIX Saque e pelo PIX Troco. O limite durante o dia (entre as 6h e as 20h) passa de R$ 500 para R$ 3 mil e para o período noturno (entre as 20h e as 6h) de R$ 100 para R$ 1 mil. A medida tem como objetivo adequar os limites usualmente disponibilizados nos caixas eletrônicos para saques tradicionais.<br>No caso do PIX Troco, os limites estabelecidos incidem apenas sobre a parcela da transação equivalente ao montante de recursos em espécie disponibilizado para o usuário. <br><br>Funcionalidades para gestão de limites: Os bancos deverão disponibilizar para seus clientes, a funcionalidade para gestão de limites. As funcionalidades para gestão de limites deverão estar disponibilizadas da seguinte forma: no aplicativo provido pela instituição par usuários finais pessoa física; no canal digital disponibilizado pela instituição para usuários finais pessoa jurídica.<br><br>A funcionalidade de gestão de limite deve incluir, no mínimo:<br>solicitação de aumento e solicitação de redução de limites estabelecidos por período, inclusive com finalidade de saque e de troco e o cadastramento de contas ou de usuários recebedores para possibilitar o estabelecimento de limites específicos. Mais informações podem ser obtidas no texto da Instrução</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Informações da sua contabilidade podem estar sendo sub-utilizadas; entenda</title>
		<link>https://beautycontabilidade.com.br/informacoes-da-sua-contabilidade-podem-estar-sendo-sub-utilizadas-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenvolvimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 18:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A muitos anos as informações contábeis deixaram de simplesmente atender ao Fisco, hoje e cada vez mais, são utilizadas para tomada de decisão! Contabilidade como ferramenta de Decisões Empresas que mantem sob controle e consolidados os números de suas bases contábeis, de forma que mantenham-se analisados e conciliados, podem usar essa ferramenta como base para: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A muitos anos as informações contábeis deixaram de simplesmente atender ao Fisco, hoje e cada vez mais, são utilizadas para tomada de decisão!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Contabilidade como ferramenta de Decisões</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas que mantem sob controle e consolidados os números de suas bases contábeis, de forma que mantenham-se analisados e conciliados, podem usar essa ferramenta como base para:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Planejamento</li><li>Estatísticas</li><li>Redução de Custos e Despesas</li><li>Otimização de Resultados</li><li>Entre outras</li><li>Demonstrativos Gerenciais com base em números contábeis.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Num mercado cada vez mais competitivo, empresas necessitam de informações consistentes, informações contábeis que possam agregar via sistema ou gerencialmente, informações estratégicas de mercado, para definir plano de ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações da&nbsp;<a href="https://www.contabeis.com.br/contabil/contabilidade/">Contabilidade</a>&nbsp;quando estruturadas de acordo, visando ser fonte de consultas, com sub-divisões como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Centro de Custos</li><li>Unidades de Negócios</li><li>Plano de Contas devidamente estruturado</li><li>Entre outras</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Pode atender demandas de praticamente todas as áreas da empresa, no que diz respeito a tomada de decisão:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Vendas</li><li>Formação de preços</li><li>Custos</li><li>Logistica</li><li>Manutenção e Engenharia</li><li>Entre outras</li><li>As leis 11638/07 e 11941/09 trouxeram atualizações das mais diversas</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Os up-grades ocorridos nos últimos anos visando universalizar as informações contábeis, trouxeram ajustes dos mais diversos principalmente com as leis 11638/07 e 11941/09 e seus CPC´s.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo com foco em tornar cada vez mais transparente, com credibilidade e utilizando as mesmas tratativas dos principais países do mundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>&nbsp;Ativo Imobilizado e as leis 11638/07 e 11941/09</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Ativo Imobilizado, foi um dos grupos mais afetados com toda essa mudança (Atualização), com alguns CPC´s específicos como o CPC01 e também o CPC27 tratando exclusivamente de Controle do Ativo Imobilizado e também da Avaliação Contábil.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>AAP &#8211; Ajuste de Avaliação Patrimonial</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A lei 11941/09 complementou alguns pontos da lei 11638/07 com relação a Avaliação Patrimonial, de forma mais ampla, com base nessa lei, agora é possível que empresas realizem toda a atualização de seu Patrimônio (Ativo e Passivo), tudo a Valor Justo de Mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ajustes devem ser realizados dentro de cada grupo de contas (<em>importante administra-los em sub-grupos para manter o histórico</em>) e em contra partida utilizar um grupo específico no Patrimonio Líquido denominado AAP Ajuste de Avaliação Patrimonial.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Teste de Impairment e a credibilidade dos informes</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A realização do Teste de Impairment (Recuperabilidade dos Ativos) para demonstrar que os números reportados no&nbsp;<a href="https://www.contabeis.com.br/contabil/balanco_patrimonial/">Balanço Patrimonial</a>&nbsp;tem como objetivo evitar distorções e não informar Ativos (Imobilizado) com valores superiores ao Valor Recuperável, demonstra de forma clara e consistente que os objetivos são de dar segurança a quem faz a “leitura dos informes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante ressaltar que cada vez mais empresas de auditoria exigem de seus clientes a realização do Teste de Impairment nos Ativos de maior relevância monetária.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Laudos de Avaliação redigidos por especialistas em Avaliação de Ativos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A AXS Consultoria Empresarial – Divisão de Ativos, realiza toda essa gama de possíveis atualizações, a realização do Teste de Impairment, a Avaliação de Ativos a Valor Justo de Mercado ou mesmo a estruturação de Laudos de PPA (Alocação do Preço de Compra), tudo isso requer que empresas devidamente homologas para sua efetiva validação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Definições, cálculos e conceitos utilizados, devem estar respaldados para que possam ser devidamente validados por auditoria e estejam seguros quando questionados pelo Fisco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bolsa Família: governo avalia com Pacheco PEC que destrava novo valor de R$ 400</title>
		<link>https://beautycontabilidade.com.br/bolsa-familia-governo-avalia-com-pacheco-pec-que-destrava-novo-valor-de-r-400/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenvolvimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 18:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, apresentou ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que abre espaço para o pagamento de um novo Bolsa Família, em um encontro.&#160; Pela proposta, o valor das parcelas do novo programa social deve ficar perto de R$ 400, praticamente o dobro do ticket [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, apresentou ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que abre espaço para o pagamento de um novo Bolsa Família, em um encontro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela proposta, o valor das parcelas do novo programa social deve ficar perto de R$ 400, praticamente o dobro do ticket médio atual. As informações foram apuradas pela CNN.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes ouvidas pela reportagem disseram que a equipe econômica vai tentar abrir espaço no orçamento para o programa social com uma quantia bilionária que o governo federal foi obrigado a pagar pela justiça por meio de precatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da economia, Paulo Guedes, garante que a Proposta de Emenda à Constituição que pretende mudar a regra de pagamento dos precatórios não significa um &#8220;calote&#8221;. A declaração foi feita à CNN minutos antes do chefe da pasta econômica se reunir com os presidentes da Câmara, Artur Lira, e Pacheco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela nova regra proposta, todos os precatórios abaixo de R$ 66 mil serão pagos. As dívidas incluídas neste valor, segundo levantamento da equipe econômica, representam cerca de 90% da demanda.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Precatórios</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na sexta-feira (30), Guedes chegou a dizer que o valor em aberto do pagamento dos precatórios já chega a R$ 90 bilhões, um “meteoro de gastos”, segundo ele, que terá de ser incluído no orçamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor foi comunicado pela Justiça ao governo nos últimos dias e embaralhou os cálculos que a equipe econômica vinha fazendo para fechar a proposta de orçamento de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precatórios são dívidas do governo reconhecidas pela Justiça e que, portanto, têm de ser pagas pela União. Neste ano, o governo separou R$ 54 bilhões para essa despesa, segundo fontes da cúpula do Ministério da Economia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Startups brasileiras captam US$ 484,4 mi em rodadas de investimento em julho</title>
		<link>https://beautycontabilidade.com.br/startups-brasileiras-captam-us-4844-mi-em-rodadas-de-investimento-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenvolvimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 17:59:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[As startups brasileiras captaram US$ 484,4 milhões (quase R$ 2,5 bilhões) em 44 rodadas de venture capital durante o mês de julho de 2021. O valor é 35% maior em relação a julho do ano passado (US$ 356 milhões) e 75% menor em relação a junho de 2021 (US$ 2 bilhões), quando o mercado contou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As startups brasileiras captaram US$ 484,4 milhões (quase R$ 2,5 bilhões) em 44 rodadas de venture capital durante o mês de julho de 2021. O valor é 35% maior em relação a julho do ano passado (US$ 356 milhões) e 75% menor em relação a junho de 2021 (US$ 2 bilhões), quando o mercado contou com rodadas maiores para startups late-stage (estágio avançado). Os dados são do relatório Inside Venture Capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento elaborado pela plataforma Distrito e divulgado nesta segunda-feira, 2, as rodadas em retailtechs (startups de tecnologia para o varejo) tiveram o maior volume de investimentos (US$ 191,6 milhões), com as principais captações de Daki &#8211; que oferece serviço de delivery em 15 minutos &#8211; e ABC da Construção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Há intensificação da disputa pelo mercado de entregas rápidas e o e-commerce se beneficia disso&#8221;, afirmou Gustavo Gierun, cofundador e sócio da Distrito, em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira, 3.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, vêm as fintechs, com US$ 174,8 milhões em investimentos, sendo as maiores rodadas de Blu, Will.Bank e Nomad. &#8220;O segmento de serviços financeiros ainda é um dos mais importantes. Vemos um número de investimentos bem grande, o que mostra que a indústria continua crescendo e oferece diversas possibilidades&#8221;, diz Gierun.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Startups de saúde e educação ganhando espaço</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O cofundador da Distrito ainda destaca o avanço das startups de saúde e educação (healthtechs e edtechs), que captaram US$ 33,1 milhões e US$ 13,8 milhões em julho, respectivamente. &#8220;Esses setores não eram grandes nos últimos dois anos, mas figuram como as principais teses de 2021&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, as movimentações em venture capital já totalizam US$ 5,6 bilhões investidos por meio de 412 aportes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Taxação de grandes fortunas é ideia ultrapassada e inibe entrada de recursos estrangeiros no país, afirma especialista</title>
		<link>https://beautycontabilidade.com.br/taxacao-de-grandes-fortunas-e-ideia-ultrapassada-e-inibe-entrada-de-recursos-estrangeiros-no-pais-afirma-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[desenvolvimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 17:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Está em tramitação na Câmara dos Deputados o projeto de lei 2046/21 que eleva, até o dia 31 de dezembro de 2026, uma alíquota adicional de 10% no&#160;Imposto de Renda&#160;de Pessoa Jurídica.&#160; Com essa tributação temporária para as empresas, a proposta limita o montante cobrado à diferença entre o lucro operacional verificado em cada ano-calendário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Está em tramitação na Câmara dos Deputados o projeto de lei 2046/21 que eleva, até o dia 31 de dezembro de 2026, uma alíquota adicional de 10% no&nbsp;<a href="https://www.contabeis.com.br/tributario/imposto_de_renda/">Imposto de Renda</a>&nbsp;de Pessoa Jurídica.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa tributação temporária para as empresas, a proposta limita o montante cobrado à diferença entre o lucro operacional verificado em cada ano-calendário e o verificado em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança seria feita sobre a parcela do&nbsp;<a href="https://www.contabeis.com.br/tributario/lucro_real/">lucro real</a>&nbsp;que superar R$ 24 milhões anuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado Willer Tomaz, do escritório Willer Tomaz Advogados Associados, afirma que a taxação de grandes fortunas passa por escolhas políticas e econômicas, que ultrapassam a linha da racionalidade jurídico-tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Do ponto de vista jurídico, a Constituição Federal permite ao Congresso Nacional a instituição do imposto por lei complementar. Porém, é historicamente uma ideia ultrapassada, apoiada em premissas de caráter confiscatório que, ao fim e ao cabo, apenas repelem o ingresso de recursos estrangeiros, estimulam a fuga de divisas do país, oneram o empreendedor, o contribuinte e o consumidor final, gerando assim efeito econômico contrário ao pretendido, máxime quando a alíquota do tributo se mostra excessiva, como é o caso do PL 2046/2021”, finalizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto está em sua fase final, mas ainda será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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